4 de julho de 2022 - 11:24

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Você faria? Clonagem de pets que já morreram fica popular

A clonagem de animais de estimação que já morreram tem se provado cada vez mais uma prática adotada por donos dos pets que não conseguem aceitar a ideia de que não poderão mais contar com a companhia de seus eternos amigos de quatro patas. As informações são do repórter Stav Dimitropoulos, da BBC.

Uma destas pessoas é o policial John Mendola, que trabalhava em Nova York, nos Estados Unidos, e adotou uma cachorrinha em 2006 que chegou em uma delegacia de Long Island em grave estado e foi cuidada pelo oficial, de quem se tornou parte da família. Dez anos mais tarde, Princess, como ela foi batizada, desenvolveu câncer.

Imediatamente depois de receber a notícia, o policial procurou uma companhia do Texas chamada de ‘Viagen Pets and Equine’, a única empresa estadunidense a oferecer clonagem comercial de cães e gatos.

A ideia de clonar Princess veio após Mendola assistir a um documentário sul-coreano a respeito do assunto. O resultado, segundo ele, foi não uma, mas duas outras cadelas praticamente idênticas chamadas de Ariel e Jasmine, em homenagem às princesas da Disney. “As marcas, o cabelo, tudo é praticamente a mesma coisa, até os maneirismos. Você sabe como os cães às vezes levantam e balançam seu corpo todo? Elas duas fazem ao mesmo tempo, assim como a Princess fazia”, explica.

A clonagem de pets é considerada controversa, mas vem crescendo mesmo com os custos altos. A empresa cobra 50 mil dólares para clonar um cão, 30 mil dólares para clonar um gato e 85 mil dólares para clonar um cavalo. Apesar do alto custo muitas pessoas famosas já passaram a adotar a medida.

Barbra Streisand afirmou que ela usou a empresa para clonar dois filhotinhos de sua mascote Samantha. No mesmo ano, o jornal ‘The Sun’ que o juiz Simon Cowell teria acertado, com 100% de certeza, que clonaria seus três yorkshires.

Muitas organizações do bem-estar animal se preocupam com as clonagens e afirmam que vários estudos apontam que animais clonados têm predisposição maior para contrair doenças.

 

Diário do Ribeira / Gazeta SP

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