25 de fevereiro de 2024 - 18:01

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Volta da Fórmula 1 tem dois casos de Covid-19 registrados e apoio para Ucrânia

A Fórmula 1 começou o campeonato de 2022 com uma abordagem diferente. As bolhas relaxadas, o uso de máscara já não é obrigatório, e o paddock no Bahrein já estava bem mais cheio do que tínhamos nos acostumados a ver. Isso ocorreu poucos dias depois do aniversário de dois anos do cancelamento do GP da Austrália devido à Covid-19 quando o circo já estava todo montado em Melbourne e após um enorme esforço para seguir rodando o mundo mesmo com a pandemia.

Os barenitas são conhecidos pela sua hospitalidade e não é por acaso que a F1 tem ido tanto para lá. Em nenhum lugar a categoria é claramente tão importante para a imagem do país. Até quando. O circuito, inclusive, está até em uma das notas do dirham, a moeda local.

Quanto à Covid, esse momento de relaxamento acontece mesmo com dois pilotos testando positivo nos últimos dias. Daniel Ricciardo revelou que ficou “derrubado” com a doença, tendo começado a se sentir mal na noite anterior ao teste de semana passada. “A gente gosta de pensar que está em forma e é saudável, mas a maneira como o vírus ataca depende de caso para caso.”

Não que esse tenha sido o único problema da McLaren, sofrendo em curvas de baixa velocidade e tendo de correr com uma configuração comprometida para não voltar a ter os problemas de freio que marcaram os testes do time também no Bahrein na semana passada.

Sebastian Vettel foi outro que testou positivo logo antes da corrida. Não existe mais a obrigatoriedade de todos no paddock testarem a cada 96h, protocolo usado ano passado, mas as equipes têm seguido o mesmo padrão para evitar um surto dentro da garagem. O alemão, inclusive, tinha estado com seu “discípulo” Mick Schumacher na manhã em que recebeu o resultado do teste, mas o piloto da Haas não se infectou.

Vettel acabou não correndo com seu capacete em solidariedade com a Ucrânia, mas Pierre Gasly apareceu com as cores da bandeira do país e a mensagem “não à guerra”. Todos os pilotos fizeram uma demonstração antes da largada ligada à Unicef, depois de muitas discussões a respeito de como a F1 se posicionaria em relação à guerra.

Seguindo em frente após cortar os laços com a Rússia, que perdeu Nikita Mazepin, viu o patrocínio da UralKali ser retirado do carro da Haas, e os contratos para o GP e dos direitos de TV serem rompidos, a F1 deve voltar ao Qatar em setembro. O país tem um acordo com a categoria que começaria a valer a partir do ano que vem, mas aparece na pole position para substituir Sochi já neste ano.

Quem ganhou a corrida foi Charles Leclerc, da Ferrari, no Circuito Internacional do Bahrein de 2022, a primeira etapa da nova temporada da Fórmula 1. O segundo lugar ficou com Carlos Sainz (Ferrari) e o terceiro com Lewis Hamilton (Mercedes).

 

Diário do Ribeira / Gazeta SP

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