23 de outubro de 2021 - 11:39

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Maior rede social de sexo do Brasil lança plataforma para competir com o OnlyFans

Líder no mercado adulto, o Sexlog, maior rede social de sexo e swing do Brasil, lançou neste segundo semestre a sua própria plataforma para venda de conteúdo adulto sem censura para os usuários, os famosos packs. Com as menores taxas do mercado, a ideia é oferecer a quem vende, ou planeja vender conteúdo, um site simples, fácil e seguro, que potencialize os ganhos e a visibilidade das modelos.

Batizado de Buupe, os serviços da plataforma também têm o selo de segurança do Sexlog. O suporte para quem posta o conteúdo concede acesso aos vídeos e fotos de forma autenticada.

Caso alguém acesse o link deslogado, verá apenas a versão bloqueada, em que fotos/vídeos são desfocados, dificultando a visualização, prints ou qualquer tipo de cópia. Essa regra vale tanto para o conteúdo disponível gratuitamente quanto para aqueles da versão paga.

No caso do acesso gratuito, o usuário somente conseguirá ver o conteúdo após realizar o login. Já para os conteúdos pagos, a visualização fica disponível após a confirmação do pagamento por Pix, cartão de crédito ou boleto.

De acordo com a CMO do Sexlog, Mayumi Sato, há ainda outros itens de segurança como o bloqueio do uso de duas ou mais telas simultaneamente.

“Cada usuário só pode utilizar uma tela por vez, evitando o compartilhamento de senhas. A ferramenta antifraude também é essencial para a proteção de modelos, sendo utilizada, inclusive, no processamento de pagamentos. O sistema de inteligência artificial da plataforma analisa todas as compras e aponta se a fonte é segura ou se existem riscos”, explica.

O Buupe conta com canais de atendimento via Instagram, Twitter e uma ferramenta de chat dentro da plataforma. A ideia é dar suporte aos vendedores para tornar o processo cada vez mais simples.

Para evitar a presença de pessoas mal-intencionadas, fakes e menores de idade, a equipe trabalha com uma aprovação detalhada de usuários, garantindo que não haja nenhuma adulteração de documentos ou cadastros inconsistentes.

“Para isso, também existem processos e recursos de KYC (Know your customer), em que é possível consultar e validar os dados, evitando problemas com irregularidades nas informações, tentativas de falsificação e veracidade dos documentos”, detalha Mayumi.

 

 

Diário do Ribeira / Gazeta SP

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