22 de setembro de 2021 - 11:14

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Em Ilha Comprida – MP aponta “fura fila” em vacinação e pede perda de cargos de prefeito, diretora de Saúde e funcionária vacinada

MP aponta “fura fila” em vacinação na Ilha e pede perda de cargos de prefeito, diretora de Saúde e funcionária vacinada
O Ministério Público do Estado de São Paulo pede as condenações da diretora municipal de Saúde de Ilha Comprida, Vanessa Cristina Gimenes de Melo, do prefeito Geraldino Júnior (PSDB) e da servidora, Ana Paula Severino do Santos por aplicação irregular de vacina contra a covid-19.
Segundo o MPE-SP, de forma ilícita, Ana Paula foi vacinada no dia 28 de janeiro, sem esperar sua faixa etária nem possuir comorbidades.
Na época, em nota, a prefeitura justificou a imunização da funcionária porque ela trabalhava no “setor de agendamento de carros da saúde para transporte de moradores da Ilha a hospitais de referência, mas voluntariamente passou a atender na Unidade de Referência e Apoio (URA), cobrindo férias”.
No entanto, ainda segundo o órgão estadual, Ana Paula atuou sem nenhuma regulamentação que amparasse eventual contratação, o que também é alvo de investigação.
A ação civil pública pede a condenação de todos por atos de improbidade administrativa, com a perda da função pública e o pagamento de uma indenização no valor de R$ 30 mil.
Na petição inicial, o promotor de justiça diz que “não há dúvidas do conluio entre os demandados para beneficiar Ana na fila de vacinação”.
O fato foi noticiado a época pela Rádio Ilha Comprida e teve grande repercussão.
Logo após a veiculação da notícia, Ana Paula foi contratada para exercer um cargo comissionado na Administração Municipal.

 

Diário do Ribeira/Da Reportagem

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