23 de janeiro de 2022 - 16:00

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Após aprovação da Fundação Florestal, ‘Projeto Polinizadoras Caiçaras’ é inserido na comunidade do Marujá

O ‘Projeto Polinizadoras Caiçaras’, de autoria do biólogo de Votorantim (interior de SP), mestre em Biodiversidade e Conservação, professor da Rede Pública do Estado de SP e idealizador da NAAtiva Projetos, Vitor Hugo Fonseca, já começa a ser inserido na comunidade do Marujá, na Ilha do Cardoso, ao sul do litoral paulista.

 

 

A ideia começou tímida, foi tomando forma, ganhou vida, força e, enfim, floresceu.
Uma vez concluído, o projeto foi apresentado aos órgãos competentes, passando pela aprovação do gestor da comunidade do Marujá, Amilton Xavier, do gestor do Parque Estadual da Ilha do Cardoso (PEIC), Edison Nascimento e, finalmente, da Fundação Florestal.

De acordo com Vitor Hugo, o ‘Projeto Polinizadoras Caiçaras’ surgiu com o objetivo de capacitar a comunidade local no manejo de abelhas nativas sem ferrão, levando nova alternativa em tecnologia social e conservação da natureza a esses moradores, principalmente neste momento em que a grande maioria teve sua situação econômica afetada pela pandemia, uma vez que a comunidade atualmente tem como fonte de renda principal o turismo de natureza.

Foi realizada uma chamada do Projeto durante reunião presencial na Associação dos Moradores do Marujá- Amomar, que ocorreu no Centro Comunitário, sob presidência de Amilton Xavier.

A partir desta etapa, foi dado início aos trabalhos de envolvimento e sensibilização da Comunidade do Marujá sobre os objetivos e potencialidades do Projeto ‘Polinizadoras Caiçaras’ , Manejo de Abelhas Nativas sem Ferrão na Ilha do Cardoso.

De forma gratuita, a capacitação começou a ser integrada na comunidade no domingo, dia 18 e prossegue, com instalação do biólogo e equipe no local até o dia 25 deste mês.

 

 

Durante esta semana serão desenvolvidos os trabalhos de envolvimento dos moradores, que de acordo com ele, têm recebido de forma muito positiva as informações, incluindo as crianças.

 

     

 

“É incrível como essas crianças compreendem a natureza de modo tão claro e objetivo. Que sorte a minha poder aprender um pouco sobre a vida com quem compreende o seu valor desde a infância”, comentou o biólogo emocionado.

 

Por: Érica Xavier/ Diário do Ribeira

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