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  • 8 de maio de 2021
  • 03:52

Ministério da Saúde diz que ‘não há intenção de comprar vacina chinesa’

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Nesta quarta-feira (21), o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Élcio Franco, prestou esclarecimentos sobre a carta de intenções para aquisição da vacina Coronavac, produzida por uma farmacêutica chinesa em parceria com o Instituto Butantan.

De acordo com Franco, “houve interpretação equivocada da fala do ministro da Saúde (Eduardo Pazuello)” sobre a compra de doses da vacina e ressaltou que a Pasta não firmou “qualquer compromisso com o governo do Estado de São Paulo ou com o seu governador no sentido de aquisições de vacinas contra a Covid”.

“Tratou-se de um protocolo de intenção entre o Ministério da Saúde e o Instituto Butantan, sem caráter vinculante, por se tratar de um grande parceiro do Ministério da Saúde na produção de vacinas para o Programa Nacional de Imunizações [PNI]”, afirmou. Ainda de acordo com o secretário, “não há intenção de compra de vacinas chinesas”.

Nesta terça-feira, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, apresentou durante uma reunião virtual com 27 governador, a assinatura de protocolo de intenções para a compra de 46 milhões de doses da Coronavac ainda neste ano.

Posteriormente, a decisão foi anunciada através de uma nota enviada pela assessoria de imprensa da Pasta. No texto, o ministério deixou claro que a compra estava condicionada à aprovação do imunizante pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“Qualquer vacina, quando estiver disponível, certificada pela Anvisa, e adquirida pelo Ministério da Saúde, poderá ser oferecida aos brasileiros por meio do Programa Nacional de Imunizações, e no que depender desta pasta, não será obrigatória”, disse Franco nesta quarta-feira.

Ainda de acordo com o secretário, a carta é “mais uma iniciativa para tentar proporcionar vacina segura e eficaz para a nossa população, neste caso como uma vacina brasileira” e se for disponibilizada antes da AztraZeneca/Oxford ou da Covax.

 

Diário do Ribeira/Agência Brasil

 

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