• Seja bem vindo ao Diário do Ribeira!
Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Search in posts
Search in pages

  • 8 de maio de 2021
  • 03:34

Doria pede ‘sentimento humanitário’ de Bolsonaro após veto a vacina

Share on facebook
Share on google
Share on twitter
Share on linkedin
Share on email
Share on whatsapp
Share on facebook
Share on google
Share on twitter
Share on linkedin
Share on email
Share on whatsapp

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou em entrevista coletiva na manhã desta quarta-feira, em Brasília, que não classifica vacinas por razões partidárias e eleitorais. A fala se deu após o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ter dito por uma rede social que não irá comprar “a vacina da China”.

Ele ainda pediu “compreensão do presidente Bolsonaro e seu sentimento humanitário” para entender que o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, agiu corretamente. A fala era uma referência ao acordo anunciado pelo ministro na terça-feira para a compra da vacina pelo governo federal. O tucano ainda afirmou que “não é razoável que um presidente não respeite seu ministro da Saúde”.

“Nossa guerra é contra o vírus e não na política. Temos que vencer o vírus e vencer o vírus significa apostar na ciência”, afirmou o governador.

Após as postagens de Bolsonaro negando a compra da Coronavac, o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Élcio Franco, afirmou nesta quarta que “não há intenção de compra de vacinas chinesas” contra a Covid-19.

Intenção

Nesta terça-feira (20), o Ministério da Saúde assinou um protocolo de intenções para adquirir 46 milhões da vacina chinesa. “A vacina do Butantan será a vacina do Brasil”, disse o ministro da Saúde durante o anúncio do acordo.

Segundo o ministério, seriam investidos R$ 1,9 bilhão na compra das doses, que deveria ocorrer até o fim do ano, após a vacina ter o registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O ministério afirmou ter assinado o protocolo de intenções com o instituto para a compra das doses, mas destacou que, para dar seguimento ao processo de compra, o instituto terá de enviar “todos os documentos comprobatórios dos ensaios clínicos já realizados e daqueles em andamento” referentes à Coronavac.

A incidência de sintomas adversos entre voluntários do Butantan foi de 35% contra pelo menos 70% nas outras vacinas testadas, segundo dados apresentados pelo instituto. O estudo foi feito com dados de outras quatro pesquisas no mundo pela Moderna, Pfizer/BioNTech, AstraZeneca e CanSino.

 

Diário do Ribeira/Gazeta SP

 

0 comentário

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

DESTAQUES DO DIA