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  • 8 de maio de 2021
  • 03:48

Chico Rodrigues diz que R$ 33 mil encontrados na cueca eram para pagar funcionários

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Na manhã desta segunda-feira (19), a defesa do senador Chico Rodrigues (DEM-RR) disse que os R$ 33 mil encontrados pela Polícia Federal na cueca do parlamentar durante a Operação Desvid-19 ‘‘se destinavam ao pagamento dos funcionários de empresa da família do senador”.

A nota, assinada pelos advogados Ticiano Figueiredo, Pedro Ivo Velloso e Yasmin Handar, diz ainda que o ex-vice-líder do governo Jair Bolsonaro “está sendo linchado por ter guardado seu próprio dinheiro’’.

De acordo com a defesa, o fato do parlamentar ter escondido o dinheiro na cueca reflete uma “reação impensada” e “tomada diante de um ato de terrorismo policial, sem que haja qualquer evidência de desvio em sua conduta’”.

Operação

O mandado de busca e apreensão foi cumprido na última quarta-feira (14), na casa do senador em Roraima. A medida integrava uma investigação sobre desvios de recursos públicos destinados à Covid-19. As ordens foram expedidas pelo ministro Luís Roberto Barroso.

Durante a operação, a Polícia Federal desconfiou de um “grande volume, em formato retangular, na parte traseira das vestes do senador, que utilizava um short azul (tipo pijama)”.

“Ter dinheiro lícito em casa não é crime. O único ato ilícito deste caso é o vazamento dos registros da diligência policial arbitrária que ele sofreu”, diz a defesa.

Após a apreensão de dinheiro na cueca do senador, Barroso também decretou o afastamento por 90 dias de Chico Rodrigues do Senado. Na decisão, ele indicou “gravidade concreta” e ressaltou que a medida seria uma forma de impedir que o parlamentar use o cargo “para dificultar as investigações ou para, ainda mais grave, persistir no cometimento de delitos”.

 

Diário do Ribeira/Gazeta SP

 

 

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