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  • 8 de maio de 2021
  • 04:48

Ex-advogados de Bolsonaro e Lula são alvos da Operação Lava Jato

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Os advogados Ana Tereza Basílio (que representou Wilson Witzel), Frederick Wassef (família Bolsonaro) e Cristiano Zanin e Roberto Teixeira (Lula) foram alvos de uma nova fase da Operação Lava Jato deflagrada nesta quarta-feira (9). Jair Bolsonaro, Lula e Wilson Witzel não estão sendo investigados na Operação E$quemaS.

Esta fase da Lava Jato investiga desvios de pelo menos R$ 150 milhões do Sistema S do Rio de Janeiro por escritórios de advocacia no Rio e em São Paulo. De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), alguns pagamentos foram feitos “sob contratos de prestação de serviços advocatícios ideologicamente falsos”, sem contratação formal e sem critérios técnicos, como concorrência ou licitação.

A operação deu-se através de uma delação premiada do ex-presidente da seção fluminense do Sistema S, Orlando Diniz. O sistema engloba Fecomércio, Sesc e Senac.

Cinquenta mandados de buscas e apreensões foram expedidos pelo juiz federal Marcelo Bretas e ele acatou a denúncia do Ministério Público, tornando rés 26 pessoas. O ex-advogado da família Bolsonaro, Frederick Wassef, não foi denunciado, ou seja, não virou réu. O Ministério Público Federal não explicou o motivo.

Os mandados foram cumpridos no Rio de Janeiro, São Paulo, Distrito Federal e Alagoas.

 

Esquema

A investigação aponta que as entidades que integram o Sistema S destinaram ao menos metade de seu orçamento anual a contratos com escritórios de advocacia. De acordo com a força-tarefa, dos R$ 355 milhões gastos, “ao menos R$ 151 milhões foram desviados”.

“Como os contratos eram feitos com a Fecomércio/RJ, entidade privada, o seu conteúdo e os seus pagamentos não eram auditados pelos conselhos fiscais do Sesc e do Senac Nacional, pelo TCU ou pela CGU, órgãos que controlam a adequação dos atos de gestão das entidades paraestatais com a sua finalidade institucional”, disse o Ministério Público.

 

Diário do Ribeira / Gazeta SP

Foto: TV Globo

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