• Seja bem vindo ao Diário da Ribeira!
  • Seja bem vindo ao Diário do Ribeira!
Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Search in posts
Search in pages

OMS estipula que são necessários US$ 31 bilhões para combater o coronavírus

Share on facebook
Share on google
Share on twitter
Share on linkedin
Share on email
Share on whatsapp
Share on facebook
Share on google
Share on twitter
Share on linkedin
Share on email
Share on whatsapp

Nesta sexta-feira (26), a Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou que US$ 31,3 bilhões – aproximadamente R$ 170 bilhões – são necessários para bancar os investimentos de combate ao novo coronavírus pelos próximos 12 meses.
O levantamento foi realizado pelo grupo Acelerador de Acesso às Ferramentas da Covid-19 (ACT), que analisa a distribuição de tratamentos de forma igualitária. O grupo já arrecadou 10% do valor total, equivalente a US$ 3,4 bilhões. No entanto, a entidade afirmou que mais US$ 13,7 bilhões são extremamente necessários.

“Está claro que, para controlar a covid-19 e salvar vidas, precisamos encontrar vacinas, testes e tratamentos eficazes, em quantidade e velocidade sem precedentes. E está claro que, como todas as pessoas correm risco de contrair a covid-19, todos precisam ter acesso às ferramentas para prevenir, detectar e tratar a doença — não apenas aqueles que podem pagar por isso”, destacou o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

Cerca de US$ 18 bilhões serão direcionados a pesquisas e fabricação de uma vacina contra o novo coronavírus. A expectativa da ACT é distribuir até dois bilhões de doses até o fim de 2021.

A vacina mais avançada está sendo produzida pela Universidade de Oxford, que está sendo testada no Brasil. O País está perto de firmar um acordo para produzir o antídoto, segundo o ministro interino da saúde, Eduardo Pazuello.

O resto do valor está distribuídos entre tratamentos e testes de detecção. O objetivo é distribuir cerca de 245 milhões de medicamentos contra a Covid-19 em um ano. Já sobre os testes de detecção, a OMS pretende fornecer 500 milhões de unidades para países de baixa e média renda no mesmo período, em 12 meses.

“O princípio do acesso igualitário é simples de dizer, mas complicado de implementar. Requer colaboração ativa entre governos, indústria, organizações de saúde, organizações da sociedade civil e comunidades. Vacinas, testes e tratamentos são ferramentas vitais. Mas, para serem realmente eficazes, precisam ser administradas com outro ingrediente essencial: solidariedade”, finalizou Tedros.

 

Diário do Ribeira / Gazeta SP

Foto: World Health Organization

0 comentário

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

DESTAQUES DO DIA