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  • 8 de maio de 2021
  • 04:21

País registra 1ª morte por febre hemorrágica após 20 anos

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Além de Sorocaba, onde morava, o homem de 52 anos esteve em Itapeva e Itaporanga, no sudoeste paulista, e em Eldorado e Pariquera-Açu, no Vale do Ribeira.

Embora a doença ainda seja pouco pesquisada, sabe-se que o arenavírus é transmitido pelo rato silvestre

O Ministério da Saúde informou na segunda-feira o registro de um caso confirmado da febre hemorrágica brasileira. É a primeira vez em 20 anos que a doença é registrada no País. Um morador de Sorocaba, no interior do estado de São Paulo, morreu no Hospital das Clínicas, na capital, no último dia 11, em decorrência de complicações causadas pela febre hemorrágica

A vítima passou por cinco cidades do interior de São Paulo, no período em que teria se infectado. Além de Sorocaba, onde morava, o homem de 52 anos esteve em Itapeva e Itaporanga, no sudoeste paulista, e em Eldorado e Pariquera-Açu, no Vale do Ribeira. A mulher da vítima e uma irmã do homem estão sob
monitoramento.

“Orientamos as duas para que fiquem isoladas, em quarentena, pelo menos até o dia o dia 3 de fevereiro, quando vence o período máximo de possível transmissão. Também pedimos que evitem compartilhar copos, talheres, roupas e objetos de uso pessoal com outras pessoas”, afirmou a médica infectologista Priscilla Helena dos Santos, coordenadora da Vigilância Epidemiológica de Sorocaba. De acordo com o secretário de Saúde de Sorocaba, Ademir Watanabe, é pouco provável que o homem tenha adquirido o vírus na cidade onde morava. Segundo ele, os locais mais prováveis de contaminação são áreas rurais de Itapeva e Itaporanga, onde o paciente esteve. “Existe o relato de que em uma dessas localidades há um paiol com a presença de roedores, ratos do campo, que são os transmissores da doença. Na casa em que ele morava com a companheira, em Sorocaba, não existe a presença de ratos silvestres, que são o reservatório natural do arenavírus.” Mesmo assim, segundo ele, todas as pessoas que tiveram contato com o paciente estão sendo monitoradas. A Vigilância Epidemiológica Estadual já orientou as medidas de bloqueio nas cidades visitadas pelo paciente.

Sintomas

Os sintomas iniciais são: febre, dor de cabeça, dor abdominal forte, sonolência, prostração, queda de pressão, tontura e confusão mental. Em seguida, é constatado o comprometimento hepático (icterícia) e sinais de hemorragia. A rede municipal foi colocada em alerta para avaliar a possibilidade de contaminação pelo arenavírus em caso de sintomas parecidos. Embora a doença ainda seja pouco pesquisada, sabe-se que o arenavírus é transmitido pelas fezes e excreções do rato silvestre, que vive em matas, mas infesta paiois, lavouras de grãos e depósitos de cereais. (EC e GSP)

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